• Diocese
      • Histórico
      • Assembleia
      • Símbolos
      • Sant'Ana, Padroeira da Diocese
      • Cúria Diocesana
      • Lar Sacerdotal Dom Javier Hernández Arnedo
      • Mosteiro Nossa Senhora de Guadalupe
      • Casas de formação
  • Triênio Jubilar
      • Ano Missionário
      • Ano Eucarístico
      • Ano Jubilar
  • Clero
      • Dom Francisco Edimilson Neves Ferreira
      • Dom Francisco Javier Hernandez
      • Clero diocesano
      • Religiosos
      • Diáconos permanentes
      • Diáconos transitórios
  • Paróquias
      • Vicariato Norte
      • Vicariato Centro
      • Vicariato Sul
  • Pastorais
      • Coordenação diocesana de pastoral
      • Pastorais específicas
      • Movimentos Laicais e Associações Religiosas
      • Comissões e Associações Diocesana
      • Conselho Diocesano de Pastoral
  • Espiritualidade
      • Liturgia
      • Santo do dia
      • Pedido de oração
  • Atualidade
      • Palavra do Bispo
      • Notícias da Diocese
      • Notícias Vaticano e CNBB
      • Fotos
      • Vídeos
      • Caderno Pastoral
  • Mais
      • Horários de Missas
      • Obras comunitárias
      • Sites indicados
  • Fale conosco

Bem-aventurada Albertina Berkenbrock

15 de junho
Bem-aventurada Albertina Berkenbrock

A primeira mártir brasileira nasceu em Santa Catarina em 11 de abril de 1919.

Desde cedo despontava na vida de oração, no amor à família e ao próximo. Se unia ao crucificado por meio de penitências. Jovem, mas centrada no mistério da Eucaristia, tinha vida sacramental, penitencial e de oração.

Albertina cuidava do rebanho de seu pai que deu a seguinte ordem: ela devia procurar um boi que se extraviou. No caminho, encontrou um homem de apelido ‘Maneco Palhoça’, que trabalhava para a família. Ela perguntou a ele se sabia onde estaria o boi perdido. Ele indicou um lugar distante, e a surpreendeu lá, tentando estuprá-la, porém, não teve o êxito.

A jovem resistiu, pois não queria pecar. Por não conseguir nada, ele pegou-a pelo cabelo, jogou-a ao chão e cortou seu pescoço, matando-a imediatamente.

Maneco acusou outra pessoa, que foi presa imediatamente. Ele fingia que velava a menina, e ao se aproximar do corpo, o corte vertia sangue. Ele fugiu, mas foi preso e confessou o crime. Maneco deixou claro que ela não cedeu porque não queria pecar.

Tudo isso aconteceu em 15 de junho de 1931. Por causa da castidade, Albertina não cedeu.

Bem-aventurada Albertina Berkenbrock, rogai por nós!


Av. Pref. Jacques Nunes, 1739
Bairro Seminário - Tianguá CE
CEP: 62327 – 145
Caixa Postal: 51
ascomdiocesedetiangua@gmail.com    WhatsApp: (88) 3671-1180

 

Horários de Funcionamento
Segunda a Sexta
das 08h às 11:30 e das 13h às 17h.

 
 
 
 

Diocese de Tianguá© 2018-2022. Todos os direitos reservados.

desenvolvido por